quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
domingo, 5 de dezembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Revila:Horigem do natal
O Natal celebrado na atualidade é um mix de velhas tradições com propostas atuais. 25 de dezembro é consagrado como a data de nascimento de Jesus Cristo. Ninguém sabe ao certo o dia que Jesus Cristo nasceu. Há diversas controvérsias. Segundo pesquisadores, o Novo Testamento não dá nenhum indício sobre a data ou ano do nascimento de Jesus. Os primeiros cristãos não tinham conhecimento sobre o nascimento de Jesus. As explicações para a origem do Natal remontam sobre as festas pagãs que eram celebradas nesse mesmo período. [Origem do Natal - Livro]
Roma incorporou em seu império os rituais e festas pagãs . As festas desse período em Roma possui origem na era pré-cristã, nos costumes pagãos, que para alguns estudiosos possui raízes escandinavas. Anterior ao período romano, no norte da Europa, os pagãos celebravam o solstício de inverno, o retorno do Sol e seus próprios deuses. Há quem diga que essas festas tinham como costume: sacrifícios humanos, sexo e consumo de comidas e bebidas específicas. O império romano converteu o legado da festa pagã na festa do Deus Saturno e fez com que esse período passasse a ser conhecido como Saturnália, que parece anteceder a data de 25 de dezembro.
A data de 25 de dezembro foi convencionada no século IV. O Papa Júlio I declarou que o nascimento de Cristo seria comemorado nessa data. Dessa forma, absorveu-se parte desses costumes e tradições da festa pagã/romana. O intuito disso era converter mais fiéis ao cristianismo. Na Idade Média, o Natal passou a ser a primeira e mais importante das festas populares. O nascimento de cristo é celebrado até os dias atuais, sendo considerado a festa máxima da cristandade. A história do nascimento de Jesus Cristo é interpretada por atores, fiéis e até pela figura do presépio. As controvérsias sobre a origem do Natal ainda persistem. Na Wikipédia, você também tem outras informações: Natal.
Hoje se celebra a união e o afeto entre os entes das famílias que se reúnem no feriado de Natal para trocar presentes, festejar, cear, cercado para muitos de diversas manifestações de carinho. O Natal passa a simbolizar Cristo e a família, sendo associado à figura de Nossa Senhora e de São José. Com isso, o Natal foi (re)significado pelas tradições católicas. Há vários costumes do Natal católico: a missa do Galo e o presépio, por exemplo.
Independente de qual denominação, o feriado de Natal é um período de celebração espiritual, festa, afeto e um marco histórico que marca a celebração do nascimento de Cristo para aqueles que seguem as referências da tradição católica do Natal. Não podemos deixar de citar que o Natal também é visto como uma possibilidade de impulso na economia devido à compra de presentes e alimentos/bebidas para a ceia. [Diálogo sobre o Natal - em inglês]
Não importa a tradição que se queira seguir, o importante é estar junto das pessoas que se amam, ser solidário com o outro e prestar atenção nos pequenos detalhes. A felicidade está nas minúcias da vida.
Queremos ouvir você internauta! E para você, o que é o Natal? Deixe a sua opinião nos comentários (abaixo).
Roma incorporou em seu império os rituais e festas pagãs . As festas desse período em Roma possui origem na era pré-cristã, nos costumes pagãos, que para alguns estudiosos possui raízes escandinavas. Anterior ao período romano, no norte da Europa, os pagãos celebravam o solstício de inverno, o retorno do Sol e seus próprios deuses. Há quem diga que essas festas tinham como costume: sacrifícios humanos, sexo e consumo de comidas e bebidas específicas. O império romano converteu o legado da festa pagã na festa do Deus Saturno e fez com que esse período passasse a ser conhecido como Saturnália, que parece anteceder a data de 25 de dezembro.
A data de 25 de dezembro foi convencionada no século IV. O Papa Júlio I declarou que o nascimento de Cristo seria comemorado nessa data. Dessa forma, absorveu-se parte desses costumes e tradições da festa pagã/romana. O intuito disso era converter mais fiéis ao cristianismo. Na Idade Média, o Natal passou a ser a primeira e mais importante das festas populares. O nascimento de cristo é celebrado até os dias atuais, sendo considerado a festa máxima da cristandade. A história do nascimento de Jesus Cristo é interpretada por atores, fiéis e até pela figura do presépio. As controvérsias sobre a origem do Natal ainda persistem. Na Wikipédia, você também tem outras informações: Natal.
Hoje se celebra a união e o afeto entre os entes das famílias que se reúnem no feriado de Natal para trocar presentes, festejar, cear, cercado para muitos de diversas manifestações de carinho. O Natal passa a simbolizar Cristo e a família, sendo associado à figura de Nossa Senhora e de São José. Com isso, o Natal foi (re)significado pelas tradições católicas. Há vários costumes do Natal católico: a missa do Galo e o presépio, por exemplo.
Independente de qual denominação, o feriado de Natal é um período de celebração espiritual, festa, afeto e um marco histórico que marca a celebração do nascimento de Cristo para aqueles que seguem as referências da tradição católica do Natal. Não podemos deixar de citar que o Natal também é visto como uma possibilidade de impulso na economia devido à compra de presentes e alimentos/bebidas para a ceia. [Diálogo sobre o Natal - em inglês]
Não importa a tradição que se queira seguir, o importante é estar junto das pessoas que se amam, ser solidário com o outro e prestar atenção nos pequenos detalhes. A felicidade está nas minúcias da vida.
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SABRINA;HORIGEM DO NATAL
O Natal celebrado na atualidade é um mix de velhas tradições com propostas atuais. 25 de dezembro é consagrado como a data de nascimento de Jesus Cristo. Ninguém sabe ao certo o dia que Jesus Cristo nasceu. Há diversas controvérsias. Segundo pesquisadores, o Novo Testamento não dá nenhum indício sobre a data ou ano do nascimento de Jesus. Os primeiros cristãos não tinham conhecimento sobre o nascimento de Jesus. As explicações para a origem do Natal remontam sobre as festas pagãs que eram celebradas nesse mesmo período. [Origem do Natal - Livro]
Roma incorporou em seu império os rituais e festas pagãs . As festas desse período em Roma possui origem na era pré-cristã, nos costumes pagãos, que para alguns estudiosos possui raízes escandinavas. Anterior ao período romano, no norte da Europa, os pagãos celebravam o solstício de inverno, o retorno do Sol e seus próprios deuses. Há quem diga que essas festas tinham como costume: sacrifícios humanos, sexo e consumo de comidas e bebidas específicas. O império romano converteu o legado da festa pagã na festa do Deus Saturno e fez com que esse período passasse a ser conhecido como Saturnália, que parece anteceder a data de 25 de dezembro.
A data de 25 de dezembro foi convencionada no século IV. O Papa Júlio I declarou que o nascimento de Cristo seria comemorado nessa data. Dessa forma, absorveu-se parte desses costumes e tradições da festa pagã/romana. O intuito disso era converter mais fiéis ao cristianismo. Na Idade Média, o Natal passou a ser a primeira e mais importante das festas populares. O nascimento de cristo é celebrado até os dias atuais, sendo considerado a festa máxima da cristandade. A história do nascimento de Jesus Cristo é interpretada por atores, fiéis e até pela figura do presépio. As controvérsias sobre a origem do Natal ainda persistem. Na Wikipédia, você também tem outras informações: Natal.
Hoje se celebra a união e o afeto entre os entes das famílias que se reúnem no feriado de Natal para trocar presentes, festejar, cear, cercado para muitos de diversas manifestações de carinho. O Natal passa a simbolizar Cristo e a família, sendo associado à figura de Nossa Senhora e de São José. Com isso, o Natal foi (re)significado pelas tradições católicas. Há vários costumes do Natal católico: a missa do Galo e o presépio, por exemplo.
Independente de qual denominação, o feriado de Natal é um período de celebração espiritual, festa, afeto e um marco histórico que marca a celebração do nascimento de Cristo para aqueles que seguem as referências da tradição católica do Natal. Não podemos deixar de citar que o Natal também é visto como uma possibilidade de impulso na economia devido à compra de presentes e alimentos/bebidas para a ceia. [Diálogo sobre o Natal - em inglês]
Não importa a tradição que se queira seguir, o importante é estar junto das pessoas que se amam, ser solidário com o outro e prestar atenção nos pequenos detalhes. A felicidade está nas minúcias da vida.
Queremos ouvir você internauta! E para você, o que é o
Roma incorporou em seu império os rituais e festas pagãs . As festas desse período em Roma possui origem na era pré-cristã, nos costumes pagãos, que para alguns estudiosos possui raízes escandinavas. Anterior ao período romano, no norte da Europa, os pagãos celebravam o solstício de inverno, o retorno do Sol e seus próprios deuses. Há quem diga que essas festas tinham como costume: sacrifícios humanos, sexo e consumo de comidas e bebidas específicas. O império romano converteu o legado da festa pagã na festa do Deus Saturno e fez com que esse período passasse a ser conhecido como Saturnália, que parece anteceder a data de 25 de dezembro.
A data de 25 de dezembro foi convencionada no século IV. O Papa Júlio I declarou que o nascimento de Cristo seria comemorado nessa data. Dessa forma, absorveu-se parte desses costumes e tradições da festa pagã/romana. O intuito disso era converter mais fiéis ao cristianismo. Na Idade Média, o Natal passou a ser a primeira e mais importante das festas populares. O nascimento de cristo é celebrado até os dias atuais, sendo considerado a festa máxima da cristandade. A história do nascimento de Jesus Cristo é interpretada por atores, fiéis e até pela figura do presépio. As controvérsias sobre a origem do Natal ainda persistem. Na Wikipédia, você também tem outras informações: Natal.
Hoje se celebra a união e o afeto entre os entes das famílias que se reúnem no feriado de Natal para trocar presentes, festejar, cear, cercado para muitos de diversas manifestações de carinho. O Natal passa a simbolizar Cristo e a família, sendo associado à figura de Nossa Senhora e de São José. Com isso, o Natal foi (re)significado pelas tradições católicas. Há vários costumes do Natal católico: a missa do Galo e o presépio, por exemplo.
Independente de qual denominação, o feriado de Natal é um período de celebração espiritual, festa, afeto e um marco histórico que marca a celebração do nascimento de Cristo para aqueles que seguem as referências da tradição católica do Natal. Não podemos deixar de citar que o Natal também é visto como uma possibilidade de impulso na economia devido à compra de presentes e alimentos/bebidas para a ceia. [Diálogo sobre o Natal - em inglês]
Não importa a tradição que se queira seguir, o importante é estar junto das pessoas que se amam, ser solidário com o outro e prestar atenção nos pequenos detalhes. A felicidade está nas minúcias da vida.
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kelly:Horigem do natal
O Natal celebrado na atualidade é um mix de velhas tradições com propostas atuais. 25 de dezembro é consagrado como a data de nascimento de Jesus Cristo. Ninguém sabe ao certo o dia que Jesus Cristo nasceu. Há diversas controvérsias. Segundo pesquisadores, o Novo Testamento não dá nenhum indício sobre a data ou ano do nascimento de Jesus. Os primeiros cristãos não tinham conhecimento sobre o nascimento de Jesus. As explicações para a origem do Natal remontam sobre as festas pagãs que eram celebradas nesse mesmo período. [Origem do Natal - Livro]
Roma incorporou em seu império os rituais e festas pagãs . As festas desse período em Roma possui origem na era pré-cristã, nos costumes pagãos, que para alguns estudiosos possui raízes escandinavas. Anterior ao período romano, no norte da Europa, os pagãos celebravam o solstício de inverno, o retorno do Sol e seus próprios deuses. Há quem diga que essas festas tinham como costume: sacrifícios humanos, sexo e consumo de comidas e bebidas específicas. O império romano converteu o legado da festa pagã na festa do Deus Saturno e fez com que esse período passasse a ser conhecido como Saturnália, que parece anteceder a data de 25 de dezembro.
A data de 25 de dezembro foi convencionada no século IV. O Papa Júlio I declarou que o nascimento de Cristo seria comemorado nessa data. Dessa forma, absorveu-se parte desses costumes e tradições da festa pagã/romana. O intuito disso era converter mais fiéis ao cristianismo. Na Idade Média, o Natal passou a ser a primeira e mais importante das festas populares. O nascimento de cristo é celebrado até os dias atuais, sendo considerado a festa máxima da cristandade. A história do nascimento de Jesus Cristo é interpretada por atores, fiéis e até pela figura do presépio. As controvérsias sobre a origem do Natal ainda persistem. Na Wikipédia, você também tem outras informações: Natal.
Hoje se celebra a união e o afeto entre os entes das famílias que se reúnem no feriado de Natal para trocar presentes, festejar, cear, cercado para muitos de diversas manifestações de carinho. O Natal passa a simbolizar Cristo e a família, sendo associado à figura de Nossa Senhora e de São José. Com isso, o Natal foi (re)significado pelas tradições católicas. Há vários costumes do Natal católico: a missa do Galo e o presépio, por exemplo.
Independente de qual denominação, o feriado de Natal é um período de celebração espiritual, festa, afeto e um marco histórico que marca a celebração do nascimento de Cristo para aqueles que seguem as referências da tradição católica do Natal. Não podemos deixar de citar que o Natal também é visto como uma possibilidade de impulso na economia devido à compra de presentes e alimentos/bebidas para a ceia. [Diálogo sobre o Natal - em inglês]
Não importa a tradição que se queira seguir, o importante é estar junto das pessoas que se amam, ser solidário com o outro e prestar atenção nos pequenos detalhes. A felicidade está nas minúcias da vida.
Queremos ouvir você internauta! E para você, o que é o Natal? Deixe a sua opinião nos comentários (abaixo)
Roma incorporou em seu império os rituais e festas pagãs . As festas desse período em Roma possui origem na era pré-cristã, nos costumes pagãos, que para alguns estudiosos possui raízes escandinavas. Anterior ao período romano, no norte da Europa, os pagãos celebravam o solstício de inverno, o retorno do Sol e seus próprios deuses. Há quem diga que essas festas tinham como costume: sacrifícios humanos, sexo e consumo de comidas e bebidas específicas. O império romano converteu o legado da festa pagã na festa do Deus Saturno e fez com que esse período passasse a ser conhecido como Saturnália, que parece anteceder a data de 25 de dezembro.
A data de 25 de dezembro foi convencionada no século IV. O Papa Júlio I declarou que o nascimento de Cristo seria comemorado nessa data. Dessa forma, absorveu-se parte desses costumes e tradições da festa pagã/romana. O intuito disso era converter mais fiéis ao cristianismo. Na Idade Média, o Natal passou a ser a primeira e mais importante das festas populares. O nascimento de cristo é celebrado até os dias atuais, sendo considerado a festa máxima da cristandade. A história do nascimento de Jesus Cristo é interpretada por atores, fiéis e até pela figura do presépio. As controvérsias sobre a origem do Natal ainda persistem. Na Wikipédia, você também tem outras informações: Natal.
Hoje se celebra a união e o afeto entre os entes das famílias que se reúnem no feriado de Natal para trocar presentes, festejar, cear, cercado para muitos de diversas manifestações de carinho. O Natal passa a simbolizar Cristo e a família, sendo associado à figura de Nossa Senhora e de São José. Com isso, o Natal foi (re)significado pelas tradições católicas. Há vários costumes do Natal católico: a missa do Galo e o presépio, por exemplo.
Independente de qual denominação, o feriado de Natal é um período de celebração espiritual, festa, afeto e um marco histórico que marca a celebração do nascimento de Cristo para aqueles que seguem as referências da tradição católica do Natal. Não podemos deixar de citar que o Natal também é visto como uma possibilidade de impulso na economia devido à compra de presentes e alimentos/bebidas para a ceia. [Diálogo sobre o Natal - em inglês]
Não importa a tradição que se queira seguir, o importante é estar junto das pessoas que se amam, ser solidário com o outro e prestar atenção nos pequenos detalhes. A felicidade está nas minúcias da vida.
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joao victor horigem do natal
A ORIGEM DO NATAL
Por: Rev. Edemar Vitorino da Silva (*)
Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro? Será que os primeiros apóstolos que foram ensinados pessoalmente por Jesus, alguma vez celebraram o nascimento do “menino” Jesus? Será que eles o comemoravam no dia 25 de dezembro? Ou em qualquer outro dia? Se o Natal é uma das maiores festas da cristandade, por que será que os pagãos o celebram também? Você sabe? E os símbolos do natal, você conhece a origem deles? Do “Papai Noel”, da “Árvore”, das “Luzes”, das “Guirlandas”, da troca de “Presentes”? Vamos então aos fatos!
I – O SIGNIFICADO DE “NATAL”
A palavra “Natal” - tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Este vocábulo não aparece na Bíblia, e também não foi utilizado pelos primeiros apóstolos. A “festa de Natal” não se inclui entre as festas bíblicas, e não foi instituída por Deus. Teve origem na Igreja Católica Romana a partir do século IV, e daí se expandiu ao protestantismo, e ao resto do mundo. As Enciclopédias de um modo geral contêm informações sobre a origem sob os títulos “natal” e “dia de natal”. Consulte, por exemplo: a) Enciclopédia Católica, edição inglesa; b) Enciclopédia Britânica, edição de 1946; c) Enciclopédia Americana, edição 1944. É fato que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era.
II - A DATA DO NASCIMENTO DE JESUS
Com certeza, Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Pelo exame da Palavra de Deus sabemos que Jesus não nasceu em dezembro! Lucas 2:8 diz: "Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam os seus rebanhos, durante as vigílias da noite.” Dezembro é tempo de inverno. Costuma chover e nevar na região da Palestina ( Confira na Bíblia em Cantares de Salomão 2:11 - Esdras 10:9-13 ). Conseqüentemente, os pastores não poderiam permanecer ao ar livre nos campos durante as vigílias da noite. Naquela região, as primeiras chuvas costumam chegar nos meses de outubro e novembro. Durante o inverno os pastores recolhem e guardam as ovelhas no aprisco... Eles só permanecem guardando as ovelhas ao ar livre durante o verão! Com certeza, o nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo! A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. O mais plausível é que tenha sido no começo do outono - provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa.
III - A ORIGEM DO 25 DE DEZEMBRO
Tem a ver com a festividade da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o “Novo Sol”… Essas festividades pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias… Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã. Com a aprovação dada por Constantino para a guarda do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora “convertidos” em massa ao “cristianismo” o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus, assim foi que “o Natal” se enraizou no mundo ocidental! O Natal é, portanto, a mesma velha festividade pagã de adoração ao Sol. A única coisa que mudou foi o nome.
IV - A ÁRVORE DE NATAL E OS PRESENTES
A origem da árvore de Natal vem da antiga Babilônia... Vem de Ninrode, neto de Cão, filho de Noé. Ninrode se afastou de Deus e enveredou-se pelo caminho da apostasia. Segundo se sabe, Ninrode era tão perverso que se teria se casado com a própria mãe, cujo nome era Semíramis! Após a sua morte, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. E, todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popular customs, pág. 242). O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado. Esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal” e da prática de se dar “presentes”! Jeremias 10:2-4 - “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.”
V - O “PAPAI” NOEL E A PRÁTICA DE SE DAR PRESENTES ÀS ESCONDIDAS
O velho “Noel” não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam! O nome “Papai Noel” é uma corruptela do nome “São Nicolau”, um bispo romano que viveu no século V. Na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, consta o seguinte: “São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro… A lenda de suas dádivas oferecidas as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido…” Daí teria surgido a prática de se dar presentes“as escondidas” no dia de São Nicolau (6 de dezembro). Mais tarde essa data fundiu-se com o “Dia de Natal” (25 de dezembro), passando a se adotar também no natal essa prática de se dar presentes “às escondidas”, como o fazia o Saint Klaus (o velho Noel!). Daí surgiu a tradição de se colocar os presentes às escondidas junto às árvores de natal!
VI - A COROA DE AZEVINHO OU GUIRLANDA
Às vezes conhecida por “coroa de Natal” ou “Guirlanda” são memoriais de consagração. Em grego é “stephano”, em latim “corona” - podem ser entendidas como:- enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração memorial à vitalidade do mundo vegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, celebração nos esportes. Significam um “Adorno de Chamamento” e, conseqüentemente, são porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas! A maior parte dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a “guirlanda” na cabeça! A Bíblia não faz qualquer menção de uso de “guirlanda” no nascimento de Jesus. Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio!
VII - VELAS OU LUZES
O Uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Não tem nenhuma relação com o candelabro judaico (ou Menorah). Mais recentemente, em lugar das velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes - o sentido é o mesmo!
VIII – PRESÉPIO
O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antiga babilônia. É um estímulo à idolatria! Os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol. O Presépio estimula a veneração das imagens e alimenta a idolatria… Em Êxodo 20:1-6, lemos:- “Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.”; em I Cor 10:14-15 está escrito: “Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo.”. No Brasil a abertura da comemoração do Natal é feita com uma famosa “Missa do Galo”, a qual é celebrada sempre diante de um presépio, um "altar consagrado", cujas figuras estão relacionadas com a Babilônia, e não com a realidade do Evangelho.
CONCLUSÃO
Qual deve ser o nosso procedimento, agora que descobrimos a verdade quanto às origens pagãs inseridas nas comemorações do natal?
1 – Nos libertarmos das simbologias e práticas associadas aos ídolos pagãos. “… e não vos associeis às obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as;” - Efésios 5:11 - “Se de todo o vosso coração voltais para o Senhor, lançai do meio de vós os deuses estranhos e as astarotes, preparai o vosso coração para com o Senhor, e servi a ele só;” – I Samuel 7:3
2 - Instruirmos nossos filhos e discípulos: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” João 8:32; “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2): Jesus disse: “Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem.” (Mateus 15:9); Além disso, Jesus disse: “E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus.” (Mateus 15:6).
3 - Resistirmos ao espírito satânico do consumismo no Natal.
4 - Não é errado desejar um feliz Ano Novo para alguém, porém agora que sabemos da origem pagã dos símbolos e práticas do natal, não se mostra adequado desejar tão somente: “Feliz Natal”, sobretudo ao não cristão! Seria mais conveniente se disséssemos algo mais ou menos assim: "Que o Senhor Jesus Cristo te abençoe nestes dias..."; ou "Desejo bênçãos abundantes do Senhor sobre a sua vida neste natal."; ou ainda: "Que Jesus Cristo encontre hospedagem no seu coração e possa nascer na sua vida neste natal".
Expurgadas das nossas vidas, e das nossas celebrações, os símbolos e práticas pagãs, penso que, a exemplo da chamada "semana santa" em que as Igrejas sempre souberam aproveitar bem para evangelizar, podemos e devemos aproveitar a semana natalina para realizar cultos evangelísticos genuinamente cristãos, e anunciar ao mundo o verdadeiro sentido do natal, que poderá até começar com a manjedoura, mas deverá incluir sempre a história da cruz!
Natal sem a cruz não é o verdadeiro natal de Jesus!
Não há mandamento ou instrução alguma na Bíblia para se celebrar o nascimento de Cristo! Somos orientados sim a lembrar da sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (I Cor. 11:24-26; Jo. 13:14-17).
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Abençoadíssimas Mensagens de Natal .
(*) Outras mensagens do Rev. Edemar Vitorino, acesse: ComunidaVirtual Shekinah e Blog do Pastor .
Por: Rev. Edemar Vitorino da Silva (*)
Será o Natal realmente a celebração do nascimento de Jesus Cristo? Nasceu Jesus em 25 de dezembro? Será que os primeiros apóstolos que foram ensinados pessoalmente por Jesus, alguma vez celebraram o nascimento do “menino” Jesus? Será que eles o comemoravam no dia 25 de dezembro? Ou em qualquer outro dia? Se o Natal é uma das maiores festas da cristandade, por que será que os pagãos o celebram também? Você sabe? E os símbolos do natal, você conhece a origem deles? Do “Papai Noel”, da “Árvore”, das “Luzes”, das “Guirlandas”, da troca de “Presentes”? Vamos então aos fatos!
I – O SIGNIFICADO DE “NATAL”
A palavra “Natal” - tem a ver com nascimento, ou aniversário natalício, especialmente com o dia em que geralmente se comemora o nascimento de Jesus Cristo. Este vocábulo não aparece na Bíblia, e também não foi utilizado pelos primeiros apóstolos. A “festa de Natal” não se inclui entre as festas bíblicas, e não foi instituída por Deus. Teve origem na Igreja Católica Romana a partir do século IV, e daí se expandiu ao protestantismo, e ao resto do mundo. As Enciclopédias de um modo geral contêm informações sobre a origem sob os títulos “natal” e “dia de natal”. Consulte, por exemplo: a) Enciclopédia Católica, edição inglesa; b) Enciclopédia Britânica, edição de 1946; c) Enciclopédia Americana, edição 1944. É fato que o Natal não foi observado pelos primeiros cristãos, durante os primeiros duzentos ou trezentos anos desta era.
II - A DATA DO NASCIMENTO DE JESUS
Com certeza, Jesus não nasceu em 25 de dezembro! Pelo exame da Palavra de Deus sabemos que Jesus não nasceu em dezembro! Lucas 2:8 diz: "Ora, havia naquela mesma região pastores que estavam no campo, e guardavam os seus rebanhos, durante as vigílias da noite.” Dezembro é tempo de inverno. Costuma chover e nevar na região da Palestina ( Confira na Bíblia em Cantares de Salomão 2:11 - Esdras 10:9-13 ). Conseqüentemente, os pastores não poderiam permanecer ao ar livre nos campos durante as vigílias da noite. Naquela região, as primeiras chuvas costumam chegar nos meses de outubro e novembro. Durante o inverno os pastores recolhem e guardam as ovelhas no aprisco... Eles só permanecem guardando as ovelhas ao ar livre durante o verão! Com certeza, o nosso Senhor não nasceu em 25 de dezembro, quando nenhum rebanho estava no campo! A data exata do nascimento de Jesus é inteiramente desconhecida. O mais plausível é que tenha sido no começo do outono - provavelmente em setembro, aproximadamente seis meses depois da Páscoa.
III - A ORIGEM DO 25 DE DEZEMBRO
Tem a ver com a festividade da brunária pagã (25 de dezembro), que seguia a Saturnália (17-24 de dezembro) celebrando o dia mais curto do ano e o “Novo Sol”… Essas festividades pagãs eram acompanhadas de bebedices e orgias… Pregadores cristãos do ocidente e do oriente próximo, protestaram contra a frivolidade indecorosa com que se celebrava o nascimento de Cristo, enquanto os cristãos da Mesopotâmia acusavam os irmãos ocidentais de idolatria e de culto ao Sol, por aceitarem como Cristã a festividade pagã. Com a aprovação dada por Constantino para a guarda do domingo, dia em que os pagãos adoravam o Sol, e como a influência do maniqueísmo pagão que identificava o filho de Deus como o Sol físico, proporcionou a esses pagãos do século IV, agora “convertidos” em massa ao “cristianismo” o pretexto necessário para chamar a festa de 25 de dezembro (dia do nascimento do deus-Sol) de dia do nascimento do filho de Deus, assim foi que “o Natal” se enraizou no mundo ocidental! O Natal é, portanto, a mesma velha festividade pagã de adoração ao Sol. A única coisa que mudou foi o nome.
IV - A ÁRVORE DE NATAL E OS PRESENTES
A origem da árvore de Natal vem da antiga Babilônia... Vem de Ninrode, neto de Cão, filho de Noé. Ninrode se afastou de Deus e enveredou-se pelo caminho da apostasia. Segundo se sabe, Ninrode era tão perverso que se teria se casado com a própria mãe, cujo nome era Semíramis! Após a sua morte, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida. E, todo ano, no dia de seu aniversário de nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. Entre os druidas, o carvalho era sagrado, entre os egípicios as palmeiras, em Roma era o Abeto, que era decorado com cerejas negras durante a Saturnália (Walsh Curiosities of popular customs, pág. 242). O deus escandinavo Odin era crido como um que dava presentes especiais na época de Natal a quem se aproximava do seu Abeto Sagrado. Esta é a verdadeira origem da “Árvore de Natal” e da prática de se dar “presentes”! Jeremias 10:2-4 - “Assim diz o Senhor: Não aprendais o caminho das nações, nem vos espanteis com os sinais do céu; porque deles se espantam as nações, pois os costumes dos povos são vaidade; corta-se do bosque um madeiro e se lavra com machado pelas mãos do artífice. Com prata e com ouro o enfeitam, com pregos e com martelos o firmam, para que não se mova.”
V - O “PAPAI” NOEL E A PRÁTICA DE SE DAR PRESENTES ÀS ESCONDIDAS
O velho “Noel” não é tão bondoso e santo quanto muitos pensam! O nome “Papai Noel” é uma corruptela do nome “São Nicolau”, um bispo romano que viveu no século V. Na Enciclopédia Britânica, vol.19 páginas 648-649, 11ª edição inglesa, consta o seguinte: “São Nicolau, bispo de Mira, um santo venerado pelos gregos e latinos no dia 6 de dezembro… A lenda de suas dádivas oferecidas as escondidas, de dotes, às três filhas de um cidadão empobrecido…” Daí teria surgido a prática de se dar presentes“as escondidas” no dia de São Nicolau (6 de dezembro). Mais tarde essa data fundiu-se com o “Dia de Natal” (25 de dezembro), passando a se adotar também no natal essa prática de se dar presentes “às escondidas”, como o fazia o Saint Klaus (o velho Noel!). Daí surgiu a tradição de se colocar os presentes às escondidas junto às árvores de natal!
VI - A COROA DE AZEVINHO OU GUIRLANDA
Às vezes conhecida por “coroa de Natal” ou “Guirlanda” são memoriais de consagração. Em grego é “stephano”, em latim “corona” - podem ser entendidas como:- enfeites, oferendas, ofertas para funerais, celebração memorial aos deuses, celebração memorial à vitalidade do mundo vegetal, celebração das vítimas que eram sacrificadas aos deuses pagãos, celebração nos esportes. Significam um “Adorno de Chamamento” e, conseqüentemente, são porta de entrada de deuses. Razão pela qual, em geral, se colocam as guirlandas nas portas, como sinal de boas vindas! A maior parte dos deuses pagãos do Egito aparecem sempre com a “guirlanda” na cabeça! A Bíblia não faz qualquer menção de uso de “guirlanda” no nascimento de Jesus. Só existe uma guirlanda na Bíblia, e esta foi feita por Roma para colocar na cabeça de Jesus no dia da sua morte. Esta guirlanda de espinhos é símbolo de escárnio!
VII - VELAS OU LUZES
O Uso de velas é um ritual pagão dedicado aos deuses ancestrais. A vela acendida está fazendo renascer o ritual dos solstícios, mantendo vivo o deus sol. Não tem nenhuma relação com o candelabro judaico (ou Menorah). Mais recentemente, em lugar das velas passou-se a adotar velas elétricas, velas à pilha, e, finalmente, as luzes - o sentido é o mesmo!
VIII – PRESÉPIO
O presépio é um altar a Baal, consagrado desde a antiga babilônia. É um estímulo à idolatria! Os adereços encontrados no chamado presépio são simbologias utilizadas na festa do deus sol. O Presépio estimula a veneração das imagens e alimenta a idolatria… Em Êxodo 20:1-6, lemos:- “Então falou Deus todas estas palavras, dizendo: Eu sou o Senhor teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão. Não terás outros deuses diante de mim. Não farás para ti imagem esculpida, nem figura alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás diante delas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam e uso de misericórdia com milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos.”; em I Cor 10:14-15 está escrito: “Portanto, meus amados, fugi da idolatria. Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo.”. No Brasil a abertura da comemoração do Natal é feita com uma famosa “Missa do Galo”, a qual é celebrada sempre diante de um presépio, um "altar consagrado", cujas figuras estão relacionadas com a Babilônia, e não com a realidade do Evangelho.
CONCLUSÃO
Qual deve ser o nosso procedimento, agora que descobrimos a verdade quanto às origens pagãs inseridas nas comemorações do natal?
1 – Nos libertarmos das simbologias e práticas associadas aos ídolos pagãos. “… e não vos associeis às obras infrutuosas das trevas, antes, porém, condenai-as;” - Efésios 5:11 - “Se de todo o vosso coração voltais para o Senhor, lançai do meio de vós os deuses estranhos e as astarotes, preparai o vosso coração para com o Senhor, e servi a ele só;” – I Samuel 7:3
2 - Instruirmos nossos filhos e discípulos: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará.” João 8:32; “E não vos conformeis a este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.” (Romanos 12:2): Jesus disse: “Mas em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homem.” (Mateus 15:9); Além disso, Jesus disse: “E assim por causa da vossa tradição invalidastes a palavra de Deus.” (Mateus 15:6).
3 - Resistirmos ao espírito satânico do consumismo no Natal.
4 - Não é errado desejar um feliz Ano Novo para alguém, porém agora que sabemos da origem pagã dos símbolos e práticas do natal, não se mostra adequado desejar tão somente: “Feliz Natal”, sobretudo ao não cristão! Seria mais conveniente se disséssemos algo mais ou menos assim: "Que o Senhor Jesus Cristo te abençoe nestes dias..."; ou "Desejo bênçãos abundantes do Senhor sobre a sua vida neste natal."; ou ainda: "Que Jesus Cristo encontre hospedagem no seu coração e possa nascer na sua vida neste natal".
Expurgadas das nossas vidas, e das nossas celebrações, os símbolos e práticas pagãs, penso que, a exemplo da chamada "semana santa" em que as Igrejas sempre souberam aproveitar bem para evangelizar, podemos e devemos aproveitar a semana natalina para realizar cultos evangelísticos genuinamente cristãos, e anunciar ao mundo o verdadeiro sentido do natal, que poderá até começar com a manjedoura, mas deverá incluir sempre a história da cruz!
Natal sem a cruz não é o verdadeiro natal de Jesus!
Não há mandamento ou instrução alguma na Bíblia para se celebrar o nascimento de Cristo! Somos orientados sim a lembrar da sua morte e ressurreição que nos proporcionou a Vida (I Cor. 11:24-26; Jo. 13:14-17).
=========================================================================
Abençoadíssimas Mensagens de Natal .
(*) Outras mensagens do Rev. Edemar Vitorino, acesse: ComunidaVirtual Shekinah e Blog do Pastor .
gabriela e matheus
O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.
As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal.
Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.
A Árvore de Natal e o Presépio
árvore de natal
Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período.
Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.
Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram morar na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois, além de decorar, simbolizam alegria, paz e esperança.
O presépio também representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII. As músicas de Natal também fazem parte desta linda festa.
O Papai Noel : origem e tradição
Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.
Foi transformado em santo (São Nicolau) pela Igreja Católica, após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.
A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.
A roupa do Papai Noel
Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.
Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.
Curiosidade: o nome do Papai Noel em outros países
- Alemanha (Weihnachtsmann, O "Homem do Natal"), Argentina, Espanha, Colômbia, Paraguai e Uruguai (Papá Noel), Chile (Viejito Pascuero), Dinamarca (Julemanden), França (Père Noël), Itália (Babbo Natale), México (Santa Claus), Holanda (Kerstman, "Homem do Natal), POrtugal (Pai Natal), Inglaterra (Father Christmas), Suécia (Jultomte), Estados Unidos (Santa Claus), Rússia (Ded Moroz).
As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Belém e entregarem os presentes (ouro, mirra e incenso) ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam montar as árvores e outras decorações natalinas no começo de dezembro e desmontá-las até 12 dias após o Natal.
Do ponto de vista cronológico, o Natal é uma data de grande importância para o Ocidente, pois marca o ano 1 da nossa História.
A Árvore de Natal e o Presépio
árvore de natal
Em quase todos os países do mundo, as pessoas montam árvores de Natal para decorar casas e outros ambientes. Em conjunto com as decorações natalinas, as árvores proporcionam um clima especial neste período.
Acredita-se que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero. Certa noite, enquanto caminhava pela floresta, Lutero ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve. As estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.
Esta tradição foi trazida para o continente americano por alguns alemães, que vieram morar na América durante o período colonial. No Brasil, país de maioria cristã, as árvores de Natal estão presentes em diversos lugares, pois, além de decorar, simbolizam alegria, paz e esperança.
O presépio também representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII. As músicas de Natal também fazem parte desta linda festa.
O Papai Noel : origem e tradição
Estudiosos afirmam que a figura do bom velhinho foi inspirada num bispo chamado Nicolau, que nasceu na Turquia em 280 d.C. O bispo, homem de bom coração, costumava ajudar as pessoas pobres, deixando saquinhos com moedas próximas às chaminés das casas.
Foi transformado em santo (São Nicolau) pela Igreja Católica, após várias pessoas relatarem milagres atribuídos a ele.
A associação da imagem de São Nicolau ao Natal aconteceu na Alemanha e espalhou-se pelo mundo em pouco tempo. Nos Estados Unidos, ganhou o nome de Santa Claus, no Brasil de Papai Noel e em Portugal de Pai Natal.
A roupa do Papai Noel
Até o final do século XIX, o Papai Noel era representado com uma roupa de inverno na cor marrom ou verde escura. Em 1886, o cartunista alemão Thomas Nast criou uma nova imagem para o bom velhinho. A roupa nas cores vermelha e branca, com cinto preto, criada por Nast foi apresentada na revista Harper’s Weeklys neste mesmo ano.
Em 1931, uma campanha publicitária da Coca-Cola mostrou o Papai Noel com o mesmo figurino criado por Nast, que também eram as cores do refrigerante. A campanha publicitária fez um grande sucesso, ajudando a espalhar a nova imagem do Papai Noel pelo mundo.
Curiosidade: o nome do Papai Noel em outros países
- Alemanha (Weihnachtsmann, O "Homem do Natal"), Argentina, Espanha, Colômbia, Paraguai e Uruguai (Papá Noel), Chile (Viejito Pascuero), Dinamarca (Julemanden), França (Père Noël), Itália (Babbo Natale), México (Santa Claus), Holanda (Kerstman, "Homem do Natal), POrtugal (Pai Natal), Inglaterra (Father Christmas), Suécia (Jultomte), Estados Unidos (Santa Claus), Rússia (Ded Moroz).
laiane e fernanda:Horigem do natal
O Natal celebrado na atualidade é um mix de velhas tradições com propostas atuais. 25 de dezembro é consagrado como a data de nascimento de Jesus Cristo. Ninguém sabe ao certo o dia que Jesus Cristo nasceu. Há diversas controvérsias. Segundo pesquisadores, o Novo Testamento não dá nenhum indício sobre a data ou ano do nascimento de Jesus. Os primeiros cristãos não tinham conhecimento sobre o nascimento de Jesus. As explicações para a origem do Natal remontam sobre as festas pagãs que eram celebradas nesse mesmo período. [Origem do Natal - Livro]
Roma incorporou em seu império os rituais e festas pagãs . As festas desse período em Roma possui origem na era pré-cristã, nos costumes pagãos, que para alguns estudiosos possui raízes escandinavas. Anterior ao período romano, no norte da Europa, os pagãos celebravam o solstício de inverno, o retorno do Sol e seus próprios deuses. Há quem diga que essas festas tinham como costume: sacrifícios humanos, sexo e consumo de comidas e bebidas específicas. O império romano converteu o legado da festa pagã na festa do Deus Saturno e fez com que esse período passasse a ser conhecido como Saturnália, que parece anteceder a data de 25 de dezembro.
A data de 25 de dezembro foi convencionada no século IV. O Papa Júlio I declarou que o nascimento de Cristo seria comemorado nessa data. Dessa forma, absorveu-se parte desses costumes e tradições da festa pagã/romana. O intuito disso era converter mais fiéis ao cristianismo. Na Idade Média, o Natal passou a ser a primeira e mais importante das festas populares. O nascimento de cristo é celebrado até os dias atuais, sendo considerado a festa máxima da cristandade. A história do nascimento de Jesus Cristo é interpretada por atores, fiéis e até pela figura do presépio. As controvérsias sobre a origem do Natal ainda persistem. Na Wikipédia, você também tem outras informações: Natal.
Hoje se celebra a união e o afeto entre os entes das famílias que se reúnem no feriado de Natal para trocar presentes, festejar, cear, cercado para muitos de diversas manifestações de carinho. O Natal passa a simbolizar Cristo e a família, sendo associado à figura de Nossa Senhora e de São José. Com isso, o Natal foi (re)significado pelas tradições católicas. Há vários costumes do Natal católico: a missa do Galo e o presépio, por exemplo.
Independente de qual denominação, o feriado de Natal é um período de celebração espiritual, festa, afeto e um marco histórico que marca a celebração do nascimento de Cristo para aqueles que seguem as referências da tradição católica do Natal. Não podemos deixar de citar que o Natal também é visto como uma possibilidade de impulso na economia devido à compra de presentes e alimentos/bebidas para a ceia. [Diálogo sobre o Natal - em inglês]
Não importa a tradição que se queira seguir, o importante é estar junto das pessoas que se amam, ser solidário com o outro e prestar atenção nos pequenos detalhes. A felicidade está nas minúcias da vida.
Queremos ouvir você internauta! E para você, o que é o Natal? Deixe a sua opinião nos comentários (abaixo).
PARA LER MAIS ARTIGOS COM A TEMÁTICA NATAL, ACESSE:
* Presente de Natal
* Os melhores presentes de Natal
* Natal – O que dar de presente?
* Presente para namorado
* Presente para namorada
* Lista de presentes que ninguém gosta de ganhar
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Roma incorporou em seu império os rituais e festas pagãs . As festas desse período em Roma possui origem na era pré-cristã, nos costumes pagãos, que para alguns estudiosos possui raízes escandinavas. Anterior ao período romano, no norte da Europa, os pagãos celebravam o solstício de inverno, o retorno do Sol e seus próprios deuses. Há quem diga que essas festas tinham como costume: sacrifícios humanos, sexo e consumo de comidas e bebidas específicas. O império romano converteu o legado da festa pagã na festa do Deus Saturno e fez com que esse período passasse a ser conhecido como Saturnália, que parece anteceder a data de 25 de dezembro.
A data de 25 de dezembro foi convencionada no século IV. O Papa Júlio I declarou que o nascimento de Cristo seria comemorado nessa data. Dessa forma, absorveu-se parte desses costumes e tradições da festa pagã/romana. O intuito disso era converter mais fiéis ao cristianismo. Na Idade Média, o Natal passou a ser a primeira e mais importante das festas populares. O nascimento de cristo é celebrado até os dias atuais, sendo considerado a festa máxima da cristandade. A história do nascimento de Jesus Cristo é interpretada por atores, fiéis e até pela figura do presépio. As controvérsias sobre a origem do Natal ainda persistem. Na Wikipédia, você também tem outras informações: Natal.
Hoje se celebra a união e o afeto entre os entes das famílias que se reúnem no feriado de Natal para trocar presentes, festejar, cear, cercado para muitos de diversas manifestações de carinho. O Natal passa a simbolizar Cristo e a família, sendo associado à figura de Nossa Senhora e de São José. Com isso, o Natal foi (re)significado pelas tradições católicas. Há vários costumes do Natal católico: a missa do Galo e o presépio, por exemplo.
Independente de qual denominação, o feriado de Natal é um período de celebração espiritual, festa, afeto e um marco histórico que marca a celebração do nascimento de Cristo para aqueles que seguem as referências da tradição católica do Natal. Não podemos deixar de citar que o Natal também é visto como uma possibilidade de impulso na economia devido à compra de presentes e alimentos/bebidas para a ceia. [Diálogo sobre o Natal - em inglês]
Não importa a tradição que se queira seguir, o importante é estar junto das pessoas que se amam, ser solidário com o outro e prestar atenção nos pequenos detalhes. A felicidade está nas minúcias da vida.
Queremos ouvir você internauta! E para você, o que é o Natal? Deixe a sua opinião nos comentários (abaixo).
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sexta-feira, 19 de novembro de 2010
rodoufo carros
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quinta-feira, 11 de novembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
FERNANDA
kelly gatinha
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
rodoufo
terça-feira, 19 de outubro de 2010
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
sabrina gatinha
Desde a época colonial, entre viajantes estrangeiros e parte da elite política da região, eram comuns tanto a crítica às condições geográficas da cidade de Goiás quanto a ideia da transferência da capital da província para uma área mais conveniente à expansão e desenvolvimento urbanos.
Tal ideia permaneceu em latência até que, após a Revolução de 1930, Pedro Ludovico Teixeira foi indicado interventor federal no estado de Goiás.[4] Por sua decisão, criou-se em 1932 uma comissão encarregada de escolher o local em que seria construída a nova capital. Em 24 de Outubro de 1933, lançou-se a pedra fundamental da construção, num gesto simbólico que marcou a fundação da nova cidade. Porém, a transferência da capital do estado para Goiânia somente foi oficializada em 1937 e a inauguração oficial da cidade somente aconteceu em 1942.
laiane linda
Expansão urbana (1940-atualidade)
Viaduto da Av. T-63, no cruzamento com a Avenida 85.
Boa parte das primeiras edificações de grande porte do centro de Goiânia foram construídas no estilo art déco, entre as décadas de 1940 e 1950, e constituem um acervo significativo do ponto de vista da história da arquitetura brasileira.[5] Por esta razão, em 2003, partes do núcleo central de Goiânia - bem como do bairro de Campinas - foram incorporadas oficialmente ao patrimônio histórico e artístico nacional brasileiro.
Desde a sua fundação, Goiânia tem sido o palco de um crescimento demográfico e de uma expansão urbana vertiginosos. Em 1950, a cidade já superava as expectativas demográficas da época da sua construção, ultrapassando a cifra dos 50.000 habitantes. Em 1980, a população da cidade já era estimada em cerca de 700.000 pessoas. Desde então, no geral, tanto o crescimento demográfico quanto a expansão da área urbana do município de Goiânia se têm feito num ritmo mais lento que outrora. Ainda assim, certas regiões do municípios, nomeadamente as zonas Noroeste e Sudoeste, apresentaram, entre os anos 1991-2000, taxas de crescimento populacional anual bastante expressivas (9% e 14,5%, respectivamente).[6] O resultado de tais processos vem sendo a periferização do espaço urbano de Goiânia - fenômeno para o qual também os altíssimos índices de crescimento populacional de alguns municípios da região metropolitana têm contribuído.
amanda e kelly ajinhas da sala
Desde a época colonial, entre viajantes estrangeiros e parte da elite política da região, eram comuns tanto a crítica às condições geográficas da cidade de Goiás quanto a ideia da transferência da capital da província para uma área mais conveniente à expansão e desenvolvimento urbanos.
Tal ideia permaneceu em latência até que, após a Revolução de 1930, Pedro Ludovico Teixeira foi indicado interventor federal no estado de Goiás.[4] Por sua decisão, criou-se em 1932 uma comissão encarregada de escolher o local em que seria construída a nova capital. Em 24 de Outubro de 1933, lançou-se a pedra fundamental da construção, num gesto simbólico que marcou a fundação da nova cidade. Porém, a transferência da capital do estado para Goiânia somente foi oficializada em 1937 e a inauguração oficial da cidade somente aconteceu em 1942.
Tal ideia permaneceu em latência até que, após a Revolução de 1930, Pedro Ludovico Teixeira foi indicado interventor federal no estado de Goiás.[4] Por sua decisão, criou-se em 1932 uma comissão encarregada de escolher o local em que seria construída a nova capital. Em 24 de Outubro de 1933, lançou-se a pedra fundamental da construção, num gesto simbólico que marcou a fundação da nova cidade. Porém, a transferência da capital do estado para Goiânia somente foi oficializada em 1937 e a inauguração oficial da cidade somente aconteceu em 1942.
anna júlia e vanessa.*-* - fundaçao de goiania
Na 2ª feira pp., foi projetada no Cine Odeon uma película referente à fundação da cidade de Goiânia e, por essa película, tivemos o prazer de verificar que o ato inaugural constou da celebração do Santo Sacrifício da Missa.
Magnífico exemplo da continuidade de nosso espírito religioso! Há 400 anos, uma Missa celebrada na selva litorânea da Bahia indicava a fundação da civilização no Brasil. Hoje, no fundo de Goiás, os descendentes dos mesmos conquistadores de 1500 inauguram com outra Missa um novo marco de sua ação apostólica e civilizadora no hinterland da América.
Magnífico exemplo da continuidade de nosso espírito religioso! Há 400 anos, uma Missa celebrada na selva litorânea da Bahia indicava a fundação da civilização no Brasil. Hoje, no fundo de Goiás, os descendentes dos mesmos conquistadores de 1500 inauguram com outra Missa um novo marco de sua ação apostólica e civilizadora no hinterland da América.
sabrina gatinha - fundaçao
Desde a época colonial, entre viajantes estrangeiros e parte da elite política da região, eram comuns tanto a crítica às condições geográficas da cidade de Goiás quanto a ideia da transferência da capital da província para uma área mais conveniente à expansão e desenvolvimento urbanos.
Tal ideia permaneceu em latência até que, após a Revolução de 1930, Pedro Ludovico Teixeira foi indicado interventor federal no estado de Goiás.[4] Por sua decisão, criou-se em 1932 uma comissão encarregada de escolher o local em que seria construída a nova capital. Em 24 de Outubro de 1933, lançou-se a pedra fundamental da construção, num gesto simbólico que marcou a fundação da nova cidade. Porém, a transferência da capital do estado para Goiânia somente foi oficializada em 1937 e a inauguração oficial da cidade somente aconteceu em 1942.
Tal ideia permaneceu em latência até que, após a Revolução de 1930, Pedro Ludovico Teixeira foi indicado interventor federal no estado de Goiás.[4] Por sua decisão, criou-se em 1932 uma comissão encarregada de escolher o local em que seria construída a nova capital. Em 24 de Outubro de 1933, lançou-se a pedra fundamental da construção, num gesto simbólico que marcou a fundação da nova cidade. Porém, a transferência da capital do estado para Goiânia somente foi oficializada em 1937 e a inauguração oficial da cidade somente aconteceu em 1942.
sábado, 28 de agosto de 2010
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
anny gabrielly renata
Denomina-se Independência do Brasil o processo que culminou com a emancipação política desse país do reino de Portugal, no início do século XIX. Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, quando ocorreu o episódio do chamado "Grito do Ipiranga". De acordo com a história oficial, nesta data, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe Regente D. Pedro bradou perante a sua comitiva: Independência ou Morte!. Determinados aspectos dessa versão, no entanto, são contestados por alguns historiadores.
A moderna historiografia em História do Brasil remete o início do processo de independência à Transferência da corte portuguesa para o Brasil (1808-1821), no contexto da Guerra Peninsular, a partir de 1808.
* lófila, partidária de uma política de preservação do Império Colonial Português e do próprio Reino, através do mar, apoiados na antiga aliança Luso-Britânica; e
* a facção francófila, que considerava que a neutralidade só poderia ser obtida através de uma política de aproximação com a França.
Ambas eram apoiadas pelas lojas maçônicas quer de origem inglesa, quer de origem francesa. Considere-se ainda que as idéias iluministas francesas circulavam clandestinamente em livros, cada vez mais abundantes.
A decretação do Bloqueio Continental em Berlim (1806) tornou mais difícil a neutralidade Portuguesa. Em 1807, o Tratado de Fontainebleau dividiu arbitráriamente Portugal em três reinos. Desde Outubro desse ano, Jean-Andoche Junot, antigo embaixador francês em Lisboa, preparava-se para invadir Portugal. Foi nesse contexto que D. João pactuou com a Grã-Bretanha a transferência do governo para o Rio de Janeiro, sob a protecção dos últimos.
Com a invasão francesa de Portugal em progresso, a 29 de Novembro iniciou-se a viagem da Família Real e da Corte Portuguesa para o Brasil. Dezoito navios de guerra portugueses e treze ingleses escoltaram mais de vinte e cinco navios mercantes de Lisboa até à costa do Brasil. A bordo seguiam mais de quinze mil portugueses. O Reino ficava a ser governado por uma Junta de Regência que Junot logo dissolveu.
Com a presença da Família Real Portuguesa no Brasil a partir de 1808, registrou-se o que alguns historiadores brasileiros denominam de "inversão metropolitana", ou seja, o aparelho de Estado Português passou a operar a partir do Brasil, que desse modo deixou de ser uma "colônia" e assumi
paulo
Fernanda e Amanda
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Sabrina lindona

Também conhecida como a “mãe das águas”, Iara é uma personagem do folclore brasileiro. De acordo com a lenda, de origem indígena, Iara é uma sereia (corpo de mulher da cintura para cima e de peixe da cintura para baixo) morena de cabelos negros e olhos castanhos.
A lenda conta que a linda sereia fica nos rios do norte do país, onde costuma viver. Nas pedras das encostas, costuma atrair os homens com seu belo e irresistível canto. As vítimas costumam seguir Iara até o fundo dos rios, local de onde nunca mais voltam. Os poucos que conseguem voltar acabam ficando loucos em função dos encantamentos da sereia. Neste caso, conta a lenda, somente um ritual realizado por um pajé (chefe religioso indígena, curandeiro) pode livrar o homem do feitiço.
Origem da personagem
Contam os índios da região amazônica que Iara era uma excelente índia guerreira. Os irmãos tinham ciúmes dela, pois o pai a elogiava muito. Certo dia, os irmãos resolveram matar Iara. Porém, ela ouviu o plano e resolveu matar os irmãos, como forma de defesa. Após ter feito isso, Iara fugiu para as matas. Porém, o pai a perseguiu e conseguiu capturá-la. Como punição, Iara foi jogada no rio Solimões (região amazônica). Os peixes que ali estavam a salvaram e, como era noite de lua cheia, ela foi transformada numa linda sereia.
Curiosidade:
- A palavra Iara é de origem indígena. Yara significa “aquela que mora na água”.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
sexta-feira, 14 de maio de 2010
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